Café da manhã:
- 1 fatia de pão integral Zero Vita = 56 cal;
- 1 copo de leite desnatado com café (sem açúcar) = 72 cal;
- 2 fatias de queijo muçarela = 144 cal;
- Total: 272 cal.
Almoço:
- 3 colheres de aveia = 165 cal;
- 1 colher de quinoa = 69 cal;
- 1 colher de chia = 32 cal;
- 1 cenoura crua (200g) = 68 cal;
- 1 pedaço de manga (100g) = 65 cal;
- Total: 399 cal.
16.1.26
diário alimentar de hoje
ambiente
15.1.26
pizza
Comi um pedaço de pizza de palmito como jantar. Fiquei com vontade de comer dois (o comum), três (o meu máximo), mas comi só um. Comerei só um pedaço de pizza daqui por diante porque é o suficiente. Desse modo, eu consigo sustentar a minha dieta. Passei babosa no meu cabelo, pois ele anda muito seco. Já é algum cuidado para quem estava totalmente largada na vida. Abaixo, uma época em que eu fui careca (e gostei muito):
autocuidado
Eu quero emagrecer porque: eu terei muito mais saúde (e eu pude comprovar o que a falta de saúde fez comigo durante dois meses, quase me impossibilitando de andar), não quero ter o corpo inflamado, congestionado, quero ter o corpo ágil e enxuto. E porque eu fico muito mais bonita e elegante, as roupas caem bem, qualquer roupa fica muito bonita, é incrível. Quando estou gordinha, tenho a sensação de que fracassei em algo, tanto porque fracassei mesmo, em meus propósitos. Não sou uma gordinha conformada ou feliz ou bem resolvida. Quando estou gordinha, eu não ligo para mais nada, até os meus pés ficam em petição de miséria: não pinto as unhas, não tinjo os cabelos, só uso calças (porque não depilo as pernas). Acho que eu fico mesmo deprimida, sem o mínimo autocuidado. Quando emagreço, ao contrário, parece que a minha saúde vem de dentro para fora, os meus músculos (que são fortes) aparentam, eu cuido do cabelo, das unhas, da roupa, eu sou literalmente uma outra pessoa, muito mais autoconfiante e de autoestima muito mais elevada. Eu consigo perfeitamente amar outras pessoas gordinhas, mas não consigo me amar gordinha. Enquanto emagreço, tentarei me amar um pouco mais. Olha a situação dos pés hehe.
método Beck
O método de Beck tem o propósito de treinar a nossa mente a pensar como uma pessoa magra, isto é, a desenvolver um conjunto de pensamentos, crenças e hábitos mentais que favorecem escolhas saudáveis e consistentes com nossos objetivos de peso. Isso significa que emagrecer “de vez” não é alcançado apenas com medidas externas do tipo dieta ou exercício, mas mudando a forma como nós respondemos mentalmente a situações que desencadeiam o comer demais. O primeiro passo não é escolher uma dieta, mas construir uma motivação consciente. Beck orienta que a pessoa escreva, de forma concreta, todas as razões pelas quais deseja emagrecer (saúde, mobilidade, autoestima, bem-estar etc). Essas razões devem ser lidas diariamente, especialmente nos momentos de tentação, para fortalecer a adesão ao plano alimentar (Beck, 2008). Beck não propõe uma dieta específica. Ela afirma que qualquer plano alimentar pode funcionar, desde que seja estruturado, saudável e possível de manter. O foco não está na dieta em si, mas na capacidade de segui-la consistentemente, apesar de desejos, emoções ou situações sociais. O objetivo é sair da lógica da “dieta perfeita” e entrar na lógica da constância.
pensamentos sabotadores
anotar os alimentos
14.1.26
24 quilos
Na verdade, eu estou há várias semanas fazendo dieta, mas coloquei o marco como sendo esses dias, uma vez que eu já posso voltar a fazer exercícios. Desde que saí de férias, em 12 de dezembro, e comecei a ler o livro Pense magro, da Judith Beck, eu não exagerei nem um pouquinho, nem mesmo nas festas de fim de ano. Também não passei fome, comi sempre pouco e nas horas certas, ao que venho emagrecendo, mais ou menos, meio quilo por semana, pois estava de repouso, por causa do meu braço que eu não conseguia abaixar, e seria dolorido andar com ele para baixo. Foi, mais ou menos, a velocidade com a qual eu ganhei meus vinte e quatro quilos, engordando dois quilos ao mês. Espero, daqui a um ano, ou antes, estar novamente no meu peso. No começo do ano passado, eu estava assim, com 61 quilos, e ainda faltavam sete quilos para eu voltar ao meu peso normal. Mas, com o estresse da escola, eu acabei engordando 17 quilos, somando, então, 24 quilos. Acho que já estava ótimo, só tinha um pouquinho de barriga, como o vídeo mostra.
cortei o cabelo
Cortei o meu cabelo e comecei a ler os livros que eu comprei. A primeira coisa que eu aprendi a fazer é doar a comida para alguém, em vez de comer para não estragar ou porque está na geladeira, disponível. Nossa, eu dei quase um bolo inteiro de brigadeiro que estava no congelador porque eu sabia que não iria resistir. Se eu tivesse comido, eu iria me sentir mal, pois estaria desrespeitando os meus propósitos e objetivos. Na minha família, eu cresci escutando que seria pecado jogar comida fora com tanta gente passando fome. Então, deixar uma sacolinha no portão escrito bolo, doces etc, na rua onde eu moro, sempre funciona, alguém sempre acaba pegando. Bom, cortei o cabelo. Ainda não está muito bom porque eu estou vinte e quatro quilos mais gordinha, e o meu rosto muda muito, mas já fez alguma diferença. Acho que eu não terei mais cabelo comprido.
início
A primeira coisa que fiz foi me pesar, averiguar a diferença entre o meu peso atual e o meu peso desejado, ou seja, vinte e quatro quilos. Em seguida, comprei alguns livros sobre o emagrecimento segundo a Terapia Cognitiva Comportamental - TCC. São eles: "Armadilhas da dieta", de Judith S. Beck, Pense magro, a dieta definitiva de Beck, de Judith S. Beck, e Livro de Tarefas Pense Magro: A Dieta Definitiva de Beck. Também decidi cortar o meu cabelo curto, pois ele só vive amarrado e embaraçado, a fim de ter um cabelo mais leve e prático para o dia a dia. Com vinte e quatro quilos a mais, eu aparento ser muito mais velha, como demonstra a foto abaixo. Enfim, a situação não é muito animadora, mas eu vou reverter essa situação nos próximos seis meses, assim espero.







